Aulas de religião e moral foram abolidas há uma década, mas António quer o seu regresso

As aulas de religião nas escolas luxemburguesas foram abolidas há cerca de dez anos, mas há quem queira o seu regresso. António Fernandes defende que as aulas de religião deviam ser uma opção nas escolas e faz essa proposta numa petição pública, disponível em petitions.lu.

Em declarações à Rádio Latina, o português justificou a sua reivindicação com o facto de a Europa ser fundada nos valores católicos, razão pela qual entende que as aulas de religião devem ser uma opção.

Rádio Latina Luxemburgo · ANTÓNIO FERNANDES

A lei que aboliu as aulas de religião e moral nas escolas luxemburguesas entrou em vigor no dia 15 de setembro de 2016, abrangendo, inicialmente, apenas o ensino secundário e alargando-se ao fundamental no ano seguinte. As aulas de religião foram substituídas pela disciplina ‘Vida e Sociedade’.

 


Há postos com gasóleo e gasolina mais baratos em Portugal. E no Luxemburgo?

Em Portugal, é comum encontrar postos de combustível com preços mais baixos do que outros, muitas vezes associados a supermercados. Mas no Luxemburgo a realidade é diferente.

No Grão-Ducado, os preços dos combustíveis são definidos pelo Ministério da Economia, que estabelece um preço máximo para a gasolina e o gasóleo. Os postos até poderiam vender abaixo desse valor, mas não podem ultrapassá-lo.

Na prática, porém, quase todas as bombas aplicam o mesmo preço. Segundo a Confederação do Luxemburgo, não existem postos que pratiquem de forma duradoura preços significativamente mais baixos do que o limite fixado pelas autoridades.

Uma das explicações está nas margens reduzidas do setor e nos custos semelhantes para todos os operadores, como abastecimento, transporte ou armazenamento. O sistema de preço máximo pretende também garantir transparência e estabilidade para os consumidores.

Por isso, a concorrência entre bombas no Luxemburgo faz-se sobretudo através de fatores como a localização, os horários de funcionamento ou os serviços oferecidos, e não através do preço do combustível.


Luxemburgo já repatriou 556 cidadãos. 115 continuam no Médio Oriente

O Luxemburgo já repatriou 556 pessoas que se encontravam no Médio Oriente nos últimos dias. O anúncio foi feito pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Xavier Bettel, numa mensagem publicada esta segunda-feira na rede social X.

Segundo o ministro, o número foi alcançado com a chegada do quinto voo de repatriamento proveniente do Dubai, realizado em cooperação com as autoridades belgas.

Apesar disso, 115 pessoas inscritas no sistema LamA continuam no Médio Oriente. De acordo com Bettel, algumas não pretendem regressar ao Luxemburgo, outras optaram por viajar pelos próprios meios e há ainda casos em que os serviços diplomáticos não conseguiram estabelecer contacto.

O ministro sublinhou que as equipas do ministério continuam disponíveis para ajudar os cidadãos que desejem regressar ao país, incluindo na procura de voos organizados por parceiros europeus.


Cidade do Luxemburgo ganha recurso sobre proibição de mendicidade

O Tribunal Administrativo de Recurso do Luxemburgo rejeitou duas queixas que visavam anular a proibição de mendicidade na cidade do Luxemburgo.

O caso foi espoletado por duas pessoas, uma alegadamente residente no Grão-Ducado e a outra na Alemanha, que apresentaram queixas contra a proibição ao Tribunal Administrativo do Luxemburgo. Este decidiu a favor da proibição da capital em junho do ano passado.

Foi apresentado recurso e, na passada quinta-feira, o Tribunal Administrativo de Recurso confirmou as decisões do Tribunal Administrativo. O tribunal decidiu que os recursos eram "inadmissíveis", explica o ministério.


Polícia apresenta queixa após derrame de petróleo no Mosela

A polícia grã-ducal está a investigar a origem do combustível derramado no rio Mosela, na noite de domingo, e apresentou uma queixa por poluição ambiental contra desconhecidos.

O derrame ocorreu na zona do porto de Mertert, onde uma substância oleosa, presumivelmente gasóleo, terá passado da bacia portuária para o rio Mosela.

Cerca de 30 bombeiros do Luxemburgo e da Alemanha estiveram mobilizados até perto da meia-noite. Técnicos da Administração da Gestão da Água continuam a recolher amostras para análise.

 


Dois carros e um camião. Acidente na A13 provoca três feridos

Dois carros e um camião embateram na manhã desta terça-feira na A13, entre Ehlerange e Lankelz. A Corporação Grã-Ducal de Incêndio e Socorro (CGDIS) revela, numa curta nota, que a ocorrência provocou três feridos. Houve também registo de longas filas de trânsito, de acordo com o Automóvel Clube do Luxemburgo.

No local estiveram os serviços de emergência das corporações de Schifflange, Esch, cidade do Luxemburgo, Sanem e Differdange.

As causas do acidente não são, para já, conhecidas.


Alemanha. Volkswagen vai cortar 50.000 postos de trabalho

Cinquenta mil é o número de postos de trabalho que a Volkswagen vai suprimir nos próximos quatro anos.

O corte abrange apenas a Alemanha e visa fazer face às perdas financeiras da gigante automóvel.

O lucro da Volkswagen caiu para metade em 2025, chegando aos 6,9 mil milhões de euros, o valor mais baixo desde o escândalo Dieselgate, em 2016.

A Volkswagen atribui a queda do lucro às tarifas americanas e a custos imprevistos de reestruturação.


Trump diz que guerra só acaba com inimigo “totalmente derrotado”

O Presidente norte-americano, Donald Trump, descreveu na segunda-feira a guerra com o Irão como uma “excursão de pequena duração”, num discurso onde referiu, no entanto, que os Estados Unidos “não vão parar” até que o inimigo seja “total e decisivamente derrotado”.

Trump, que tem feito inúmeras declarações contraditórias sobre os objetivos e a duração da ofensiva israelo-americana, fez estas declarações num discurso perante um grupo de congressistas republicanos na cidade de Miami.

Também na segunda-feira, em declarações à CBS News, o chefe de Estado norte-americano tinha afirmado que a guerra contra o Irão estaria praticamente terminada, dado o nível de destruição alcançado pelos ataques contra a República Islâmica.


Irão. Trump ameaça com ataques mais fortes se Teerão bloquear passagem de petróleo

O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou atacar o Irão "com muita, muita mais força" caso a República Islâmica bloqueie o fornecimento de petróleo de países do Médio Oriente.

Donald Trump, anunciou ainda que vai suspender algumas sanções sobre o petróleo "para baixar os preços", após o valor do barril de crude ter disparado devido à guerra com o Irão.

Texto: Redação | Lusa | Foto: Gerry Huberty